Uso do enquanto é o tema do professor Germano
No artigo “Um ‘enquanto’ pouco estiloso” do professor Germano Aleixo Filho, publicado nesta quinta-feira (8 de março) no Portal do Poder Judiciário (www.tjmt.jus.br), ele faz um alerta ao limite do modismo, reforçando a empregabilidade correta do enquanto.No texto o professor mais uma vez deixa claro a importância das regras da língua portuguesa “Não podemos fugir disto: qualquer dicionário que consultemos, todos confirmam que enquanto é tão só conjunção, palavra que une duas orações: A cigarra cantava enquanto a formiga trabalhava. Sem o verbo, o coitado fica órfão de pai e mãe: Enquanto brasileiro, maldigo este mar de corrupção.”
Ele ressalta ainda: “Conjunção que é, agasalha estes sentidos: A mulher entreteve o policial enquanto os assaltantes praticavam o roubo. (conj. temporal = no tempo em que) / Meu amigo é milionário, enquanto sua namorada é pobre de marré de si. (conj. adversativa = mas) / Enquanto os servidores saíam, iam recebendo o salário. (conj. proporcional = a medida em que).”
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Cleci Pavlack
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