Comissão de Mato Grosso é citada como exemplo em encontro nacional sobre soluções fundiárias
A atuação da Comissão de Soluções Fundiárias da
Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso foi destaque no Encontro Anual das
Comissões de Soluções Fundiárias, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça
(CNJ) e Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), que se encerrou quarta-feira (11)
depois de três dias de debates, em Salvador (BA).
A comitiva de Mato Grosso foi composta pelo
corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote; pela juíza
auxiliar Myrian Pavan Schenkel; pelos juízes Alex Nunes Figueiredo e Eduardo
Calmon de Almeida Cézar; e pelas servidoras Keila Souza da Cunha e Aline
Bottezel Rosa.
Mato Grosso foi citado em dois momentos como
exemplo de boas práticas. Uma das menções partiu da professora Adriana Nogueira
Vieira Lima, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), durante o painel
“Desafios para a construção de soluções para os conflitos fundiários ocorridos
em territórios tradicionais”. Ela destacou a composição multidisciplinar da
comissão mato-grossense, estruturada conforme o Provimento TJMT nº 23/2023.
A outra referência veio da presidente do TJBA,
desembargadora Cinthya Maria Pina Resende, ao mencionar a audiência de
conciliação conduzida em Aripuanã, que resultou em acordo para regularização
fundiária da comunidade São Jorge.
Atuação em Aripuanã - No caso citado, após mais de 14 horas de trabalho conjunto entre a
Comissão e o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos
(Nupemec), 16 famílias chegaram a um entendimento que possibilita a permanência
no local com perspectiva de regularização dos lotes no Distrito de Conselvan.
A audiência foi realizada no Fórum da Comarca de
Aripuanã e contou com a presença da juíza local, Rafaella Karla Barbosa, do
defensor público Fábio Barbosa, da servidora da CGJ, Keila Souza da Cunha e os
mediadores judiciais do Poder Judiciário de Mato Grosso, Sebastião José de
Queiroz Júnior e Romeu Ribeiro Primo. A condução ficou a cargo do então juiz
auxiliar da CGJ, Eduardo Calmon de Almeida Cézar, atual membro da comissão.
A experiência foi considerada referência pelo
compromisso com a mediação e a pacificação de conflitos possessórios, conforme
diretrizes da Resolução CNJ nº 510/2023.
Leia mais sobre o assunto
Mato Grosso participa de encontro nacional sobre soluções fundiárias promovido pelo CNJ na Bahia
Conciliação constrói acordo para regularização fundiária em área de Aripuanã
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
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