Magistrados(as) contribuem com construção do Planejamento Estratégico do TJMT
Juízes e juízas auxiliares do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) participaram na manhã desta sexta-feira (24) do segundo dia do curso “Validação do Planejamento Estratégico”, promovido pelo TJMT em parceria com a Escola dos Servidores. A capacitação integra as etapas preparatórias para a construção do Planejamento Estratégico 2027-2032, documento que irá orientar prioridades, metas e ações institucionais do Judiciário mato-grossense nos próximos anos.O encontro reuniu magistrados(as) que atuam junto à Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria-Geral da Justiça, além de coordenadores e gestores do Tribunal, fortalecendo o diálogo entre a administração e áreas estratégicas da instituição. Durante a programação, foram apresentados diagnósticos institucionais, cenários futuros, desafios internos e externos, além de propostas iniciais para definição de eixos estratégicos.
A juíza auxiliar da Vice-Presidência, Alethea Assunção Santos destacou a profundidade técnica do trabalho desenvolvido e o caráter colaborativo da construção do planejamento. Segundo ela, o processo considera a escuta de diferentes públicos que se relacionam com o Poder Judiciário. “Hoje foi apresentado para nós o trabalho de construção do planejamento estratégico, que é um trabalho muito profundo. São ouvidos os atores internos, os servidores, mas também aqueles com os quais interagimos, como o Ministério Público, Defensoria Pública e OAB”, afirmou.
A magistrada ressaltou ainda que o planejamento parte de um diagnóstico realista da instituição para projetar o futuro desejado para o Judiciário mato-grossense. “A partir da nossa realidade, dos nossos pontos fortes e das nossas fragilidades, é construído um prognóstico daquilo que precisamos fortalecer e daquilo que queremos construir. Qual é o Poder Judiciário que queremos ver daqui a seis anos, daqui a dez anos e no futuro do Estado de Mato Grosso”, pontuou.
Para Alethea, o objetivo central de todo esse trabalho é aprimorar a prestação jurisdicional entregue à população. “Nosso fim é garantir ao jurisdicionado uma prestação jurisdicional célere, justa e adequada. Esse é, sem dúvida, o objetivo final do planejamento estratégico”, completou.
O juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Jorge Alexandre Martins Ferreira também ressaltou a relevância do planejamento como instrumento de gestão e continuidade administrativa. “O planejamento estratégico é extremamente importante porque nos dá uma visão não só interna, como também externa da instituição. Ele nos mostra aquilo que precisamos melhorar, aponta alertas e nos ajuda a dar rumo e orientação ao que pode ser feito nos próximos seis anos”, avaliou.Segundo o magistrado, pensar estrategicamente o futuro da instituição impacta diretamente a qualidade dos serviços públicos prestados. “Todo processo de administração é importante para dar continuidade às ações. Isso reflete nos serviços prestados à sociedade. É essencial que o Poder Judiciário se modernize, esteja atento às necessidades dos usuários e planeje isso ao longo dos anos”, afirmou.
A consultora e sócia-diretora da empresa 3GEM, Aline Veneri, responsável por apoiar tecnicamente o Tribunal na condução dos trabalhos, explicou que esta fase representa um momento decisivo para transformar diagnósticos em escolhas estratégicas.
“Estamos encerrando uma etapa importante, que é compreender como o Tribunal se encontra hoje, ouvindo públicos internos e externos. Agora avançamos para a fase em que essas informações serão convertidas em estratégias concretas para os próximos anos”, destacou.
Ela ressaltou que o planejamento estratégico permite alinhar visão institucional e execução prática. “Quando definimos onde queremos chegar, conseguimos traduzir esse futuro em metas, indicadores, projetos e prioridades claras para gestores e equipes. Isso fortalece a capacidade de entrega do Tribunal”, explicou.
Ainda segundo Aline, o diferencial do processo está no envolvimento coletivo de toda a instituição. “Planejar significa organizar o futuro e garantir que todas as unidades, próximas ou distantes da sede, caminhem na mesma direção, gerando valor para a sociedade”, concluiu.O futuro do Judiciário
Magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as), terceirizados(as), estagiários(as) e credenciados(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso participaram nesta sexta-feira (24 de abril) do webinário “Construindo juntos o Planejamento Estratégico do PJMT 2027–2032”, contribuindo diretamente na construção coletiva do futuro da instituição.
Além da etapa formal, o encontro representou um movimento coletivo de escuta, construção e direcionamento institucional. O Planejamento Estratégico é o instrumento que orienta decisões, prioridades e caminhos do Judiciário para os próximos anos. Por isso, a participação de todos os públicos que integram essa estrutura é imprescindível para garantir que o planejamento seja representativo, eficiente e conectado à realidade das unidades.
A iniciativa, conduzida pela Presidência e Corregedoria-Geral da Justiça, integra as ações preparatórias para o novo ciclo estratégico e está alinhada aos macrodesafios definidos pelo Conselho Nacional de Justiça. O objetivo é fortalecer a governança participativa, ampliar o diálogo com as comarcas e coletar contribuições qualificadas que irão subsidiar a construção das diretrizes institucionais.
Construção do futuro
O Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) é o instrumento que define a visão de futuro da instituição e orienta as principais decisões, metas e prioridades do Judiciário para os próximos anos.
Por meio dele, o Tribunal estabelece caminhos para aprimorar a prestação jurisdicional, modernizar processos, fortalecer a gestão interna, investir em tecnologia, valorizar pessoas e ampliar o acesso da população à Justiça.
A construção do planejamento é feita de forma participativa, com escuta de magistrados(as), servidores(as), gestores(as), instituições parceiras e sociedade, permitindo que as ações estejam conectadas às reais necessidades do cidadão. Para o ciclo 2027-2032, o objetivo é consolidar uma Justiça mais célere, eficiente, inovadora, acessível e preparada para os desafios do futuro.
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Ana Assumpção / Foto: Josi Dias
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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