Debates em comarca apontam 42 sugestões
Evento em comarca resulta em 42 sugestões para segurança

Com debates intensos e que geraram 42 sugestões relacionadas às estratégias de prevenção e combate à criminalidade, o juízo da Comarca de Tangará da Serra realizou, no último dia 15 de julho, evento integrante do processo de definição de propostas para a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), a ser realizada em Brasília (DF) no mês de agosto. Cerca de 100 pessoas participaram dos debates, entre autoridades locais, membros do Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, entidades de classe, líderes de bairro, empresários, profissionais liberais e população em geral.
De acordo com o juiz diretor do Foro, Jamilson Haddad Campos, que conduziu os trabalhos, “a maior preocupação observada na audiência pública foi em relação à efetividade no combate a criminalidade, principalmente, na sua diminuição, buscando-se elevar a qualidade de vida da população, com nítida preocupação em relação aos adolescentes infratores, tráfico de drogas e bebidas alcoólicas”. O evento teve lugar na Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra e as discussões giraram em torno do eixo “Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura de paz”.
Como forma de organizar os trabalhos e dinamizar as discussões, o juiz dividiu os participantes em seis grupos, sendo que cada um teve a incumbência de definir sete diretrizes. Entre as propostas de abrangência local, os debatedores fecharam consenso sobre pontos como a capacitação humanística do policial incumbido do policiamento comunitário para eficaz gerenciamento de conflitos e encaminhamento das demandas da comunidade; o aumento da fiscalização através do controle de menores em locais impróprios da cidade com o acompanhamento permanente e atuante do conselho tutelar e a realização de um diagnóstico das situações que na comunidade são obstáculos à construção de uma cultura de paz.
Houve também a preocupação da comarca em tocar em pontos relativos a políticas globais e que dizem respeito à universalização do acesso à Justiça. Nesse quesito, as sugestões se direcionaram ao fortalecimento das estruturas do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Defensorias Públicas; a desburocratização das ações judiciais de conciliação, com efetivação da arbitragem e mediação na estrutura do próprio Poder Judiciário, e mutirões periódicos efetivados por uma justiça itinerante e ressocialização efetiva dos detentos e reeducandos, através de educação, lazer, religião, ações de saúde, emprego e acompanhamento social, inclusive, após o cumprimento da pena, dentre outras propostas.
Como forma de organizar os trabalhos e dinamizar as discussões, o juiz dividiu os participantes em seis grupos, sendo que cada um teve a incumbência de definir sete diretrizes. Entre as propostas de abrangência local, os debatedores fecharam consenso sobre pontos como a capacitação humanística do policial incumbido do policiamento comunitário para eficaz gerenciamento de conflitos e encaminhamento das demandas da comunidade; o aumento da fiscalização através do controle de menores em locais impróprios da cidade com o acompanhamento permanente e atuante do conselho tutelar e a realização de um diagnóstico das situações que na comunidade são obstáculos à construção de uma cultura de paz.
Houve também a preocupação da comarca em tocar em pontos relativos a políticas globais e que dizem respeito à universalização do acesso à Justiça. Nesse quesito, as sugestões se direcionaram ao fortalecimento das estruturas do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Defensorias Públicas; a desburocratização das ações judiciais de conciliação, com efetivação da arbitragem e mediação na estrutura do próprio Poder Judiciário, e mutirões periódicos efetivados por uma justiça itinerante e ressocialização efetiva dos detentos e reeducandos, através de educação, lazer, religião, ações de saúde, emprego e acompanhamento social, inclusive, após o cumprimento da pena, dentre outras propostas.
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