Autoridades elogiam foco da administração
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O foco no aprimoramento dos serviços prestados pela Primeira Instância à sociedade, já anunciado como prioridade da atual gestão do Poder Judiciário de Mato Grosso, empossada na tarde desta sexta-feira (1º de março), vai ao encontro das estratégias previstas nas metas nacionais da Justiça. A afirmação foi feita pelo corregedor nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Falcão, ao participar da posse do presidente Orlando Perri, do vice-presidente Márcio Vidal, e do corregedor-geral Sebastião de Moraes Filho.
“A Justiça brasileira precisa olhar melhor para a Primeira Instância, porque há reclamações, de maneira geral, em todo o país. É preciso priorizar as comarcas mais longínquas e dotá-las de condições para levar uma prestação de serviço mais eficiente e célere à sociedade. O caminho é este”, afirmou o ministro.
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Falcão ressaltou que a presença dele em Mato Grosso, como corregedor nacional, teve o intuito de prestigiar e valorizar a administração do TJ que finda e a que começa a partir desta sexta-feira. “Tanto o desembargador Rubens de Oliveira quanto o desembargador Orlando Perri são pessoas corretas, que realizam suas atividades com comportamento republicano”.
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“Mato Grosso tem tudo para ser modelo de sustentabilidade tanto no campo e na cidade, quanto no Poder Judiciário. O desembargador Perri goza da admiração dos magistrados de outros Estados e daqueles que atuam em instância superior”, afirmou o ministro Antônio Herman de Vasconcellos e Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça.
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Para o presidente do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), desembargador Antônio Rulli Júnior (TJSP), nos tempos atuais a Justiça vem adquirindo importância na vida social e política das pessoas. “E isso exige empenho na administração da coisa pública que, com certeza, será a marca registrada dos empossados”.
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O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Henrique Nelson Calandra, lembrou que o maior desafio das administrações judiciárias é passar do processo físico para o processo virtual. “E essa transformação exigirá mudanças nas administrações, que terão que fazer gestões de recursos para investir em infraestrutura tecnológica”.
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Texto: Sandra Pinheiro Amorim
Fotos: Jocil Serra/Agência Phocus
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