Judiciário de MT realiza mais três audiências
Judiciário de MT vai ouvir sociedade de mais três comarcas
Nos próximos dias, a população de mais três comarcas-pólo do Estado serão ouvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso por meio de audiências públicas a serem realizadas in loco, no esforço de estreitar laços com a sociedade, que poderá colaborar para a elaboração do Planejamento Estratégico com abrangência mínima de cinco anos para a Justiça Mato-Grossense. Os próximos encontros serão na sexta-feira (25/9) na Comarca de Rondonópolis, região sul do Estado; no sábado, na Comarca de Cáceres, a oeste; e o ciclo de sete audiências será finalizado em Cuiabá, na próxima segunda-feira (28/9).
A realização de audiências públicas em comarcas-pólo visa recolher informações que possam orientar a Administração do Tribunal de Justiça na elaboração de um planejamento de gestão de longo prazo, conforme determinação do presidente da Instituição, desembargador Mariano Alonso Ribeiro Travassos. Uma vez concluído e aprovado pelo Tribunal Pleno, o plano será encaminhado ao CNJ para ser integrado ao Planejamento Estratégico Nacional do Poder Judiciário. O prazo final para conclusão do estudo é 31 de dezembro de 2009.
Os trabalhos são coordenados pela Comissão de Planejamento de Atividades Programáticas do Poder e de Racionalização dos Serviços Judiciários, integrada pelos desembargadores José Ferreira Leite (presidente da comissão), Donato Fortunato Ojeda e Juvenal Pereira da Silva. Já realizaram as audiências as Comarcas de Alta Floresta, Sinop, Barra do Garças e Tangará da Serra.
Para o presidente da Comissão de Planejamento a elaboração de um planejamento estratégico de forma participativa possibilitará a criação de um ambiente propício para maior interação social e discussão mais racional das alternativas e de suas conseqüências. Para ele é uma forma de focalizar as atenções em questões prioritárias para orientar a Administração a desenvolver ações, não só de curto prazo e de realizações imediatas, mas também ações de longo prazo, levando em consideração suas implicações econômico-financeiras e seus impactos regionais.
GESTÃO ESTRATÉGICA – A instituição do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário, consolidado no Plano Estratégico Nacional, está disposta na Resolução nº 40, de 18 de março de 2009, do Conselho Nacional de Justiça. Para a elaboração desse documento foi levado em consideração a atribuição do CNJ em coordenar o planejamento e a gestão estratégica do Judiciário em nível nacional e também a unicidade do Poder Judiciário, que exige a implementação de diretrizes nacionais para nortear a atuação institucional de todos os seus órgãos. Também norteou o conteúdo da resolução, a necessidade de conferir maior continuidade administrativa aos tribunais, independente da alternância de gestores.
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