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 30/05/2025   18:26   

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TJMT e Ampara destacam importância do pós-adoção no Encontro Estadual da Criança e do Adolescente

A imagem mostra um auditório amplo e escuro, repleto de pessoas sentadas de costas, assistindo a um grande palco iluminado. No palco, um telão vibrante exibe "4º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Mato Grosso", com a data "29 e 30 de Maio de 2025".Parceira nos processos de adoções conduzidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) reforçou, na tarde desta sexta-feira (30 de maio), o compromisso de garantir o direito e bem-estar daqueles que estão à espera da adoção ou concluíram o processo. Esse comprometimento foi apresentado durante o 4º Encontro Estadual da Criança e do Adolescente, que reúne magistrados, membros do Ministério Público, redes de proteção e sociedade civil para dois dias de formação e alinhamento das ações.

O apoio na construção das novas famílias de adotantes e adotados é uma das recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT). A missão é realizada por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do estado de Mato Grosso (Ceja/MT), a qual orienta, executa e fiscaliza os procedimentos que envolvem menores em situação de vulnerabilidade.

Uma mulher de cabelos escuros e ondulados, usando um blazer azul sobre uma blusa branca de gola alta e um colar, está sentada em um ambiente com outras pessoas borradas ao fundo, sorrindo gentilmente e com as mãos cruzadas.Para a secretária-geral da Ceja, Elaine Zorgetti Pereira, o apoio da Associação é crucial para a efetivação da orientação. “A Ampara é o grupo de apoio à adoção de Cuiabá e Várzea Grande. Ele dá suporte completo aos pretendentes, desde o início da jornada até o pós-adoção. Com a Recomendação n.º 01/2025 da Corregedoria-Geral da Justiça, a Ampara também passa a oferecer o curso de pós-adoção nas comarcas que manifestarem interesse. Essa atenção é essencial, especialmente nos casos de adoção tardia”, explica.

A Recomendação n.º 1/2025 da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Mato Grosso, de 30 de abril de 2025, estabelece diretrizes para o acompanhamento pós-adoção. A norma visa garantir a proteção integral e o bem-estar de crianças e adolescentes adotados e o apoio a pais e filhos na fase de adaptação.

No centro, uma mulher de cabelos loiros e roupa roxa está em um púlpito. Atrás dela, um grande telão exibe "4º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Mato Grosso" e "29 e 30 de Maio de 2025", com a imagem de crianças e um arco-íris. Eliacir Pedroso, assistente social da Ampara, fez a apresentação da instituição durante o 4º Encontro Estadual da Criança e do Adolescente. A profissional falou da origem e missão da Ampara, fundada em 2009 e parceira do Tribunal de Justiça desde 2010. A associação oferece cursos preparatórios para adoção, exigidos por lei aos pretendentes.

Na ocasião, ela reforçou a nova missão da instituição: a Recomendação n.º 1/2025 da CGJ/MT. A orientação é que as comarcas incentivem os adotantes a participarem do pós-adoção por pelo menos seis meses.

“Embora não seja obrigatório, o acompanhamento pós-adoção é extremamente necessário para dar suporte aos pais e fortalecer os vínculos com os filhos”, avaliou.

 Apoio técnico e troca de experiências fazem diferença no processo de adaptação. “Durante os encontros, as famílias recebem orientações sobre vínculos afetivos e como lidar com comportamentos naturais do processo de adaptação das crianças”, detalhou.

Rede de apoio

A Ampara conta com parceiros como o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública, o Ministério Público e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Assistência Social.

Ceja

Juíza Anna Paula. Mulher de cabelos lisos, castanhos escuros e longos, veste blusa branca de mangas longas e gola alta. Sorri suavemente, olhando para a câmera, transmitindo simpatia e profissionalismo.  Criada pela Lei Estadual nº 7.285/2000, a CEJA surgiu com a missão inicial de cumprir o disposto no artigo 52 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atualmente, a juíza auxiliar da Corregedoria Anna Paula Gomes de Freitas é a responsável pela Ceja. A Comissão é referência no apoio aos juízos das varas da infância e juventude de Mato Grosso, ao garantir segurança e sensibilidade aos processos de adoção, sejam nacionais ou internacionais.

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Priscilla Silva / Foto: Alair Ribeiro e Josi Dias

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

imprensa@tjmt.jus.br

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